terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Querido Papai Noel...

Bom, eu sei que o Natal tá chegando, e até pode ter algo haver com isso, mas o que me fez realmente vir aqui depois de algum tempo fazer um post sobre presentes, pra ser mais direta uma lista de presentes... Foi a minha vontade de saber mais das pessoas, e poder presentear elas com coisas realmente legais. Porque às vezes conhecemos alguém, e nos enrolamos tanto em lhe dar um presente?

Oi, meu nome é Raísa, adoro quadrinhos... Gosto de jóias também, gosto de presentes úteis(tipo um abajur, um quadro para colocar fotos, uma nova saboneteira(sério, não tô de brincadeira ¬¬), chaveiros, lápis de cor, hidrocor da fabercastel, vestidos, perfumes, florais, necessaire pra por maquiagens, livros, etc)... O que é imprescindível pra mim num presente é a dedicatória('para você meu bem/querida/tanga/traste, feliz natal/aniversário/páscoa/vida'), uma cartinha vai me fazer ficar mais feliz ainda('oi querida, te adoro tanto sabia? lembra aquele dia em que passeamos juntas? então... foi tão especial eu... bla bla bla') ADORO! Choro horrores, isso me ilude um bocado.

Mas vamos ao que interessa...

LIVROS:

domingo, 13 de dezembro de 2009

Vida

Abandono voluntário de coisa móvel, com a intenção de não mais a ter para si. O que foi a vida? uma aventura obscena, de tão lúcida. Dessa coisa que não existe mas é crua e viva, o Tempo. Para cuspir em nosso rosto, a pequenez, a perdição humana, para dizer que 'ninguém esta bem, estamos todos morrendo'. Enquanto se dissovem no aquário peixes pardos, recortados em papel. Um nada igual ao teu, repensando misérias, tentando escapar como tu mesmo. contornando um vazio, relembrando. Mais além: é vivo. Sons trinados, gritos, urros, roquidões. Asa. Impossível aventurar-se nestas páginas sem entrega. Inútil municar-se apenas das armas da razão. Envolve como água, às vezes lodosa, às vezes claras - e numa vertigem nos arrasta, de susto em susto cada vez mais para perto do selvagem coração da vida. Onde tudo pode acontecer, de uma facada nas costas até a um apaixonado beijo de amor. Jorrando volúpia e ilusão. Traiçoeiras e sensuais as palavras ofegam e palpitam, como se tivessem carne sangue, músculos, nervos, ossos. E além disso, uma aura impalpável, uma alma indisível. Uma alma que procura cega, obsessiva, pelo invisível que nos disseram haver um dia: Deus. Nos vemos ao final assim, perplexos, nus. Um susto que adquiriu compreensão. Mas sempre se pode gostar de porcos, gostar de gente também. Amar a condição humana? Ninguém sairá ileso. Como não se sai, afinal, da própria vida.
Hilda Hilst por Caio Fernando Abreu, Caio Fernando abreu por Raísa Gonçalves.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Assim

Adoro teus espaços, teus sentidos, as curvas e como eu consigo fechar os olhos e ir te encontrando lentamente, te sentindo nos lábios, na ponta dos dedos, na respiração. Assim, sentindo.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

12º Festival do Teatro Nacional

Esse link aqui leva pro PE 360 Graus. Ele te dá acesso a toda programação, que começa dia 19 de novembro(quinta-feira). Vamos nessa? (:



quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O amor do Pequeno Príncipe

Desde agora, cinco horas da tarde, até a hora em que for dormir, estarei sozinho, porque disse a todos os meus amigos que estava muito cansado e não queria ver ninguém.
A menininha para quem cuidadosamente reservei esse tempo livre nem se deu o trabalho de me avisar que não viria.

Descubro com melancolia que meu egoísmo não é tão grande assim, pois dei ao outro o poder de me magoar.
Menininha, foi com carinho que lhe dei esse poder. É com melancolia que a vejo usá-lo.

Antoine de Saint-Exupéry
O amor do Pequeno Príncipe